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Testemunho postado em 16/10/2007
 
 
ALTERA O
TAMANHO DA LETRA
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or volta do ano de 2000, passava por uma luta tremenda e desejava conquistar uma estabilidade em um emprego. Após passar por uns e outros empregos, naquele ano estava como vigilante na loja ponto frio da Rua da Carioca. Lá conheci um irmão em cristo da Ig. Batista do Rocha, que era meu supervisor e policial militar, eu passei-o admirar, pois a visão que eu tinha de um policial e a visão que eu tive dele mudou um pouco o meu modo de ver a polícia como profissão. No meio desse mesmo ano fiz o concurso dos Bombeiros, mas não me classifiquei, fiquei desanimado, pois a firma que trabalhava só estava pagando uma passagem e havia rumores de falência. Foi ai que abriu concurso para a polícia. Meio amedrontado participei e orei a Deus para me abençoar e me guiar, pois sabia que não seria fácil, principalmente contar para minha mãe. No inicio de 2001, quando já havia passado nesse concurso estava muito desanimado,minha mãe não concordava e não apoiava e a minha namorada, entramos numa crise e nos separamos, eu estava pensando em desistir. Então fui chorar com Deus e num culto em uma sexta feira da igreja a qual pertenci Deus usou um vaso e falou comigo.
A porta que te permiti entrar por ela vá em frente porque é lá q também vou te usar.
Caí em prantos de lagrimas, pois só tinha falado com Deus, minha mãe e minha namorada não sabiam da minha aprovação no concurso. Então fui em frente passei nas etapas e fui beneficiado em me recrutar no Batalhão de Policia Rodoviária , o que parecia bom começou a virar batalha. Um dia sentado no pátio ouvindo palestra de um capitão, de repente ele parou olhou para mim no meio de 53 homens e disse: "Ei você ai o negão, você é crente não é?"
A atenção voltou-se toda para mim e eu atemorizado respondi: “Sou sim senhor!” E ele falou-me: “Não gosto de crente”, são todos safados e falsos aqui você não tem lugar pede para ir embora; fiquei atemorizado, pois vi que não era dele aqueles olhos e aquelas palavras. Passei uma luta com ele, era perseguido por ele e por companheiros que queriam me ver deixar a minha fé em cristo, porém numa quarta feira escutei um som de violão e louvores que saiam da ante-sala do Comandante do batalhão, fiquei feliz e não me aguentei, me aproximei entrei e comecei a louvar com os que estavam naquela sala. Fiquei Tão alegre que no término levei o violão do Sargento para o alojamento e ao cair da noite junto com aqueles que ficavam no batalhão para serviço noturno, comecei a tocar e louvar e comecei ouvir sussurros ruins, mas junto outros que começaram a louvar timidamente aquele louvor e foram se soltando e pediram para tocar um e outro louvor que gostavam e descobri que tinha colegas tímidos e desviados. Com isso passei a freqüentar e tocar nos cultos do Batalhão e aquele capitão me deixou um pouco de lado. Passado-se o tempo nos formamos e fui trabalhar em um posto de policiamento em São Pedro Da Aldeia na Rj106, pois é aquele capitão era chefe daquele posto, mas ele quase não aparecia lá. Voltei a enfrentar de novo indiferenças com outros colegas, ainda não podia escolher onde trabalhar, se quisesse rir naquela época tinha que fazer alguém rir, foi quando um dia em uma blitz um sargento parou um corcell II marrom com um casal e filhos e me disse: “Só libera se o veículo estiver em dia"; a intenção dele era se dar bem com aquele veículo mas queria que eu tomasse a frente pois eu já estava começando a entrar na onda. Mas, quando olhei os ocupantes do veículo era um casal de evangélicos e seus filhos indo para a igreja, conversamos e disse a eles que eu era evangélico e eles ainda conheciam o meu pastor presidente, Aquilo me fez pensar e refletir, liberei-os e tive que acerta as contas com o sargento ele enfureceu-se comigo e eu ainda o disse que era evangélico e não podia fazer aquilo, ele se alterou comigo eu não agüentei me alterei com ele, fui punido por ele, e no serviço seguinte aquele capitão apareceu me humilhou e me retirou do batalhão fui trabalhar no 25BPM Cabo Frio, mas um Tenente que participava dos cultos ficou sabendo e administrou um bom local para eu trabalhar em Araruama.
Passei bons e maus dias lá em Araruama mas os colegas de trabalho de lá eram bem diferentes e respeitavam o meu jeito e eu os deles e quase todos com que trabalhei lá ouviram de mim um pouco do que passei por ser servo de Deus a ponto de até em casa comentarem a meu respeito sei disso pois quando atendia o telefonema de alguma esposa de colegas elas diziam que o marido falava que trabalhava com um crente que ouvia a radio Elshadai todo serviço algumas eram evangélicas com maridos desviados. Fiquei em Araruama quase um ano e por causa de mudanças de governo eu e outros que tínhamos endereço fora da área de atuação do 25 BPM, fomos transferidos para o Batalhão de Vias Especiais no Rio e tornei a enfrentar outra batalha, fiquei quase 4 meses na linha amarela parecia uma eternidade, mas um sargento lá de Araruama que também estava comigo conhecia o Comandante do 7BPM São Gonçalo advogou por mim e mais uns 7 colegas e nos tirou daquela situação, sei que foi Deus que uso aquele homem por que se não fosse por ele acho que ainda estaria lá ou em lugar nenhum. Quando em São Gonçalo fui trabalhar no Jardim Catarina passei, mas problemas com colegas de trabalho do que com a bandidagem, cheguei a ser ameaçado, mas enfrentei a situação friamente e nisso um colega quando percebeu a minha posição começou a conversar mais comigo e entendeu minha posição e contou-me que a esposa era crente e que ela tentava sempre levá-lo a igreja e Deus deu-me palavras para instruí-lo um pouco e sei que Deus fez uma obra, pois se abriu uma porta para mim eu sai fui trabalhar como motorista de uma seção no 7BPM passei após a motorista de veículos pesados, depois de um grande livramento de capotamento no dia 7 de setembro de 2004 fiquei rotulado como um bom motorista no batalhão, e graças a Deus por que é ele que me sustentou e tem me sustentado todos os dias hoje e sempre renderei e darei graças a Ele, pois me deste um ministério na igreja para servi-lo e adorá-lo.

 
Marcio Senna

Nova Vida Sta. Catarina - SG - São Gonçalo

 
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